Publicado por: dadosmeteorologicos | 27 de Outubro de 2011

QUAIS SÃO OS DADOS QUE VOCÊ NECESSITA?

Quando você fizer sua solicitação  para processamento de dados, procure informar os seguintes ítens:

- Quais as variáveis menteorológicas que você necessita?

Temperatura, umidade, precipitação, ventos?

- Você necessita de dados meteorológicos de qual cidade?Melhor ainda se você tiver as coordenadas geográficas do local desejado.

- A estatísticas climatológicas que você necessita referem-se a quantos anos?

1 ano, 5, 10, 15, 20 ou mais anos?

- Você deseja que seus dados sejam entregues em médias diárias, mensais ou anuais?

- Onde serão utilizados os dados?

- Você deseja os dados em formato bruto ou em médias já cálculadas?

Respondendo as essas questões poderemos dar agilidade na entrega dos seus dados solicitados.

O valor mínimo cobrada para o envio de dados é de R$ 50,00. O preço pode variar de acordo  com a quantidade  de dados solicitados.

Para maiores informações, envie-nos um email: dadosmeteorologicos@hotmail.comdados

Publicado por: dadosmeteorologicos | 6 de Janeiro de 2011

Dados Meteorológicos para EIA/RIMA

EIA/RIMA são dois documentos distintos, que servem como instrumento de Avaliação de Impacto Ambiental – AIA, parte integrante do processo de licenciamento ambiental. No EIA é apresentado o detalhamento de todos os levantamentos técnicos e no RIMA é apresentada a conclusão do estudo, em linguagem acessível, para facilitar a análise por parte do público interessado.
O EIA/RIMA deverá ser elaborado por uma equipe técnica multi e interdisciplinar que se responsabilize pelos diversos assuntos referentes aos meios físico, biológico e sócio-econômico da área onde será instalado o empreendimento.
Para elaborar um roteiro básico de estudo de impacto ambiental a empresa deverá conter as seguintes informações:
Identificação do empreendimento, incluindo: nome e razão social, endereço, inscrição estadual e CGC, histórico, nacionalidade de origem das tecnologias a serem empregadas, porte do empreendimento, tipos de atividades, objetivos, localização geográfica, etapas de implantação e contatos junto ao EIA/ RIMA.

Porém, dentre as exigências contidas na elaboração dos EIA/RIMA estão os
FATORES AMBIENTAIS:

· Meio físico:  clima e condições meteorológicas, perfil do vento, temperatura e umidade do ar na camada-limite planetária, componentes de balanço de radiação à superfície do solo, nebulosidade, condições meteorológicas, parâmetros meteorológicos necessários à configuração do regime de chuvas como: precipitação total média.

Se você necessita de um trabalho de processamento de dados para elaboração do seu EIA/RIMA, envie-nos um email para: dadosmeteorologicos@hotmail.com

Principais empreendimentos sujeitos à exigência de estudo e respectivo relatório de impacto ambiental conforme previsto na Resolução n.º 001/86:
•Rodovias;
•Ferrovias;
•Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;
•Aeroportos;
•Oleodutos, gasodutos, minerodutos;
•Troncos coletores e emissários de esgoto sanitários;
•Linha de transmissão de energia elétrica acima de 230 kw ;
•Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins hidrelétricos, acima de 10 MW, de saneamento ou de irrigação;
•Abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação;
•Abertura de barras e embocaduras;
•Transposição de bacias, diques;
•Extração de combustível fóssil;
•Extração de minério;
•Aterros sanitários;
•Processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;
•Usinas de geração de eletricidade, acima de 10 MW;
•Complexo e unidades industriais e agroindustriais;
•Distritos industriais e zonas estritamente industriais;

Publicado por: dadosmeteorologicos | 22 de Outubro de 2010

Influência das Chuvas em Obras de Engenharia

Normalmente  as  empresas  planejam  suas  obras  para  serem  executadas  sob  as
mais diversas situações, de forma a minimizar custos sem perda da qualidade e,
em  consequência,  não  caberia  acréscimo  ao  custo  previsto  por  ocasião  da
elaboração  do  orçamento  da  obra,  pois  os  mesmos  já  estariam  incluidos  nos
preços dos serviços propostos. No entanto, as condições climáticas nem sempre
ocorrem  de  acordo  com  as  previsões  e  nos  casos  excepcionais  podem  causar
transtornos consideráveis.

Pensando nisso, foi desenvolvido um cálculo de o quanto as chuvas podem acrescentar em novos custos para diversos tipos de obras.  O processo do cálculo envolve diversos fatores: tipos de solo, escoamento superficial, natureza da atividade e INTENSIDADE DA CHUVA (mm/dia).  Este último fator é muito interessante pois relaciona a quantidade de chuva e os números de horas/dias de paralização das obras.

Para ter acesso ao conteúdo completo sobre o tema, clique aqui.

Para o controle e monitoramento das chuvas que caem em sua obra, entre em contato conosco pelo email: dadosmeteorologicos@hotmail.comconstrucao1

Publicado por: dadosmeteorologicos | 25 de Agosto de 2010

Estações meteorológicas automáticas otimizam irrigação

agriculturaA irrigação das culturas ganhou impulso nos últimos anos em função da busca de maior produtividade, qualidade e lucratividade da propriedade rural. Além disso,  as instabilidades do clima provocadas pelas mudanças climáticas fizeram desta tecnologia uma aliada do agricultor para a produção de alimentos. No entanto, para se conseguir retirar dela todas as vantagens, é preciso usar equipamentos auxiliares que fornecem dados precisos na hora de irrigar. “Existe uma grande diferença entre molhar e irrigar”, observa o professor de Agrometeorologia, Paulo Cesar Sentelhas, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da USP, em Piracicaba (SP). Ele explica que “o agricultor sem técnica, toma decisões de forma empírica e assim pode incorrer em dois erros: o de irrigar depois da planta ter enfrentado estresse hídrico e, com isso, ter prejuízos na produtividade; ou oferecer mais água para a cultura do que o necessário e, com isso, induzir ao aparecimento de doenças por excesso de umidade e desperdiçar energia elétrica e água”.

Para Sentelhas, “não existe mágica para se conseguir uniformidade e produtividade nas culturas irrigadas; existe o uso de técnicas”.  O professor ressalta que é importante “o manejo agroclimatológico da irrigação por meio do balanço hídrico das culturas, quando se determina exatamente quando e quanto irrigar”. Isto é possível com o uso dos dados fornecidos pelas estações meteorológicas, que permite ao produtor estimar de forma acurada a evapotranspiração da cultura, seja por meio do uso de planilhas eletrônicas ou mesmo com saída direta dos sistemas de aquisição de dados das estações.

Estações instaladas em propriedades rurais que empregam a irrigação garantem informações precisas sobre as variáveis hidrológicas como temperatura, umidade relativa do ar, índices de radiação, precipitação pluviométrica e velocidade dos ventos. “São variáveis usadas para quantificar a evapotranspiração do local, a partir da qual define-se a quantidade de água a ser reposta”, explica Sentelhas, que acrescenta “As estações ajudam o produtor a controlar o desenvolvimento da cultura visto que os dados são fundamentais para determinar a evapotranspiração das plantas e contabilizar o balanço hídrico”.  O resultado é uma cultura com maior produtividade, com custos menores de produção, que pode gerar maior lucratividade ao agricultor.

Para saber mais sobre o tema, veja  link ao lado: O uso racional da meterologia na agricultura

Publicado por: dadosmeteorologicos | 21 de Maio de 2010

Dados meteorológicos antigos e raros

capa boletins antigosTemos uma pequena lista de dados meteorológicos antigos dos

estados de São Paulo e Rio de Janeiro para consulta.

1- Rio de Janeiro (Ilha do Governador):

Boletins mensaes do 1.o Observatório Meteorológico Repartição dos Telegraphos do Brasil

Dados: temperatura, umidade, chuva e ventos

Período: 1886, 1887 e 1888

2- São Paulo (várias cidades):

Secretaria de Agricultura, Comércio e Indústria do Estado de São Paulo Instituto Geográfico e Geológico – Serviço de Hidrografia

Dados: temperatura, umidade, chuva, ventos, trovadas, geadas, orvalho, saraiva, etc.

Período:

  • v. 1 (1888/1940)
  • v. 2, no. 1/6 (1942 jan./junho)
  • v. 2, no. 7/13 (1942 julho/ano)
  • v. 3, no. 1/6 (1943 jan./junho)
  • sér. 2, v. 1 (1941/1952)
  • sér. 2, v. 2 (1953/1957)

Publicado por: dadosmeteorologicos | 18 de Abril de 2010

ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS CONVENCIONAIS

Nos últimos anos, temos acompanhado uma diminuição significativa das estações meteorológicas convencionais de coleta de dados.

Nessas estações tradicionais, além dos registros de temperatura, vento, umidade, pressão, etc., são coletados dados como  visibilidade, orvalho, granizo, fumaça, tipo e quantidade de nuvens, névoa seca/úmida, entre outros.

Essas variáveis, para serem registradas, dependem de um observador treinado, que hoje em dia parecem seguir em vias de extinção, o observador meteorológico.

Recentemente, recebemos uma solicitação de estatísticas de eventos de granizo no estado de São Paulo. Uma empresa de seguros rurais precisava saber como se dá a distribuição de queda de granizo no estado, para poder calcular o risco de perdas em plantações de laranjas espalhadas pelo interior do estado. Por sorte, tínhamos exatamente um mapa de distribuição de granizo para São Paulo, que ajudou muito na tomada de decisão da empresa.

Este mapa, só foi possivel de ser elaborado, graças a coleta de dados realizadas em estações convencionais a partir dos registros feitos por uma pessoa no local. Agora fica a questão, como poderemos ter estatísticas de fenômenos atmosféricos importantes, sem a presença de um observador? Talvez a resposta esteja nos satélites capazes de identificar áreas com nevoeiro, geada, fumaça, etc. Mas por enquanto, essa tecnologia não está 100% confiável para substituir o observador, mas é bem provável que em alguns anos, estações meteorológicas automáticas serão capazes de coletar muito mais dados que os atuais. Nos EUA, estações automáticas já informam a ocorrência de raios, visibilidade, nuvens entre outras variáveis. Mas até que esta tecnologia chegue ao Brasil, preciosos dados estão sendo deixados de se coletar e importantes estatísticas climatológicas estão sendo deixadas de se realizar.

Apesar de estar havendo uma redução no número geral das estações convencionais, por outro lado, há um crescente e expressivo aumento das classes de estações automáticas e telemétricas. Isto mostra que o setor vem lançando mão, cada vez mais, da modernização tecnológica.

A chegada das estações automáticas são muito bem- vindas, mas devemos ter sempre em mente que até este momento, elas não são capazes de substituir plenamente um bom observador meteorológico.abr4

Publicado por: dadosmeteorologicos | 19 de Janeiro de 2010

CHOVE MAS NÃO MOLHA


As chuvas do verão 2010 foram realmente avassaladoras, principalmente no sudeste e sul do Brasil. Com eventos catastróficos como em S. Luis do Paraitinga/SP , Angra dos Reis/RJ, Cunha/SP, entre outras cidades. Neste contexto, um detalhe que nos chama a atenção foi a falta de dados de chuva de algumas estações meteorológicas automáticas do INMET. Mesmo sob forte aguaceiro as estações não registraram nada, o que nos sugere a falta de manutenção da mesma.
Vejam alguns exemplos:
- Angra do Reis não tem estação automática, mas está entre duas , Marambaia (~60km) e Paraty (~50km), em ambas no dia da catástrofe da virada do ano, os registros de chuva foram de 0,0mm.
- Enquanto na madrugada do dia 18/jan/2010, S. José do Rio Preto/SP afundava sob um diluvio de 138mm/3h, em José Bonifácio (~30km), o pluviômetro do Inmet registrava 0,0 mm.
- Porto Velho/RO, marimbondos fizeram um ninho na boca do pluviômetro, e  há dois meses não  há coleta do volume real de chuva acumulado.

O INMET justifica que hoje eles possuem mais de 455 estações meteorológicas espalhadas por todo o território e o esforço para manter todas as estações em operação em condições satisfatórias é grande, mas muitos colaboradores deixaram o INMET. Este seria mais um dos motivos pela qual a precariedade e falta de manutenção correta das estações, geram falsos dados.
“Sempre que um sensor apresenta problemas, a ordem é trocá-lo, pois a calibração tomaria muito tempo e também requer laboratório e técnicos, os quais estamos em falta.”, explica Dalla Antonia do INMET.

Por isso, caros leitores, mais uma vez atentem à qualidade dos dados, nem sempre aquilo que está sendo divulgado está certo. Esses erros podem até gerar certas gafes, como a da “Garota do Tempo” da Globo que disse que as chuvas em Angra dos Reis foram extremamente localizadas, pois os pluviômetros de Paraty não registraram nada.

Publicado por: dadosmeteorologicos | 9 de Dezembro de 2009

EFEITOS DO TEMPO E CLIMA SOBRE A ENGENHARIA – AMPLITUDE TÉRMICA

As trocas de temperatura do ar entre o meio ambiente e as construções causam variações térmicas nas estruturas/construções chegando ao seu interior e, desta forma, o agente de degradação pode atuar com ação física ou química. A patologia comumente associada aos efeitos da temperatura ou, mais especificamente, com as variações de temperatura são as fissuras provocadas pela de dilatação e retração.
A amplitude térmica é definida como a variação entre a temperatura máxima e a temperatura mínima. A NBR 6118 define que a variação da temperatura da estrutura causada pelo efeito da variação da temperatura da atmosfera e da insolação, é considerada uniforme. Ela depende do local da implantação da construção e das dimensões das peças que a compõem. Seguindo as considerações que são apresentadas por esta norma, um engenheiro projetista deve estar atento para locais onde a variação de temperatura máxima e mínima esteja entre os 50C e 15ºC e maior que 15ºC. Nestas condições, dependendo das características de cada peça (dimensões, preenchimento, etc.), condições especiais devem ser adotadas para o devido dimensionamento e projeto da estrutura.

Apesar de muito simples, este parâmetro não se encontra disponível em nenhum portal de instituições brasileiras que disponibiliza informação meteorológica brasileiro. Com isso, a NBR 6118 está sendo desrespeitada justamente devido à falta de informações apropriadas que auxilie o Engenheiro a melhor projetar sua obra. Se você necessita de dados de amplitude térmica de uma determinada localidade, envie-nos um email.

Publicado por: dadosmeteorologicos | 20 de Novembro de 2009

EFEITOS DO TEMPO E CLIMA SOBRE A ENGENHARIA – ÍNDICE DE CHUVA DIRIGIDA

Como o próprio nome sugere, este parâmetro é definido por uma expressão matemática que faz uso direto de duas variáveis ambientais que são medidas diretamente, que são os ventos e a precipitação. A norma BS 8104/92 do British Standards Institution (BSI) relata que a quantidade de chuva que escorre por uma fachada é proporcional à quantidade de chuva que cai em uma superfície horizontal e a velocidade do vento no local; sendo assim, apresenta o Índice de Chuva Dirigida anual, como sendo resultado do produto da média anual de vento com o total de precipitação anual, em um determinado local. As plataformas de coleta de dados, geralmente disponibilizam a precipitação acumulada em uma hora juntamente com informações do vento máximo que ocorreu neste período. Os engenheiros devem manter um banco de dados possa assimilar, além da precipitação acumulada e da rajada de vento, dados de direção e velocidade do vento e a quantidade de chuva que ocorrem simultaneamente em um mesmo período. Dessa maneira poderão quantificar o impacto que a chuva dirigida tem sobre a construção.

Publicado por: dadosmeteorologicos | 18 de Novembro de 2009

EFEITOS DO TEMPO E CLIMA SOBRE A ENGENHARIA CIVIL – VENTOS

A consideração do sentido preferencial e da intensidade dos ventos, é um importante parâmetro para projetos de fachadas, ou quando há um interesse em avaliar as influências ambientais no entorno de uma construção. Para isto é necessário que se tenha monitoramento de vento e chuva em escala horária e com uma malha de estações meteorológicas que permita estudos de microclima, ou pelo menos de mesoclima. Além do uso do vento agindo diretamente como agente de degradação, sabe-se que esta é uma variável meteorológica que também tem influência na durabilidade das construções quando associada à chuva, produzindo assim um parâmetro conhecido como chuva dirigida.

Hoje em dia, há uma grande demanda pelo maior conhecimento das variações regionais e locais do clima e como elas influência as estruturas de engenharia civil. Para saber mais como o microclima pode agir sobre sua obra ou estrutura, entre em contato conosco. Nosso email é dadosmeteorologicos@hotmail.com

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